ontem entrei num prédio que sempre passo pela frente e me deparei com essa parte interna dele, onde tem uma abertura, muitas plantas, e uma sensação de vizinhança que eu mal podia imaginar, quando passo toda semana por ali…
fui mergulhar nas claras quentes águas das praias paradisíacas tailandesas. Tem vida(muita)nesse lugar inóspito aos humanos, embaixo d’água. Tem tanto abaixo da superfície Que eu possa a cada vez me encontrar com mais e maisser tudoser fundo
#034 as floreiras da casinha
No fim é tudo sobre memória. Tento desenhar pra não esquecer no futuro como era, como cheirava, os volumes, as cores.
O quão grande eram as plantinhas pra fora da janela. Eram pendentes de verdade? Ou só na memória é que eram volumosas e fartas?
Desenho pra guardar e apreender o que me escapa no dia a dia.
esse é um esboço pra seguir amanhã 🙂
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#016
labirintos cheios de saídas
#010
#012 sub sob
fui mergulhar nas claras quentes águas das praias paradisíacas tailandesas. Tem vida(muita)nesse lugar inóspito aos humanos, embaixo d’água. Tem tanto abaixo da superfície Que eu possa a cada vez me encontrar com mais e maisser tudoser fundo